﻿{
  "ova_anoReferencia": 2024,
  "ova_a": "O modelo de negócios do Banco Honda se baseia no suporte à comercialização de veículos e produtos de força da marca Honda, seja por meio da concessão de crédito via ‘Crédito Direto ao Consumidor (‘CDC’)’, caracterizando as operações de varejo, ou por meio do financiamento para os grupos econômicos, caracterizando as operações de atacado. Destaca-se também as operações da Administradora de Consórcio, parte integrante do Conglomerado Prudencial, com o objetivo de administrar grupos de consórcio, vinculados, principalmente, às motocicletas e aos automóveis. No contexto acima, a efetivação dos objetivos da instituição ocorre em um ambiente de busca pelo equilíbrio entre o volume de vendas e a qualidade creditícia dos produtos financeiros comercializados, sendo monitorada a ‘Aprovação de Crédito’, em relação aos novos contratos. As diretrizes financeiras do Banco Honda se vinculam à: rentabilidade (aumento do volume de vendas, com a preservação de margens de lucratividade), gerenciamento integrado de riscos e de capital, além da continuidade dos negócios. Considerando algumas peculiaridades do Banco Honda, como a missão da instituição se vincular no suporte à comercialização de veículos e produtos de força da marca Honda, presença apenas da carteira bancária e de derivativos com a única função de proteção do risco da variação da taxa de câmbio ou da taxa de juros, assim como a busca pelo equilíbrio entre prazos e taxas nas operações, esta instituição define o seu ‘Apetite por Riscos’ como ‘CONSERVADOR’. Diante do quadro acima, foram criadas bandas de severidade, possibilitando a presença de alertas para a tomada de decisões específicas, considerando os resultados apontados pelos indicadores de monitoramento. Foram desenvolvidas cinco severidades (simboliza conceito, o qual se encontra diretamente, relacionado com o risco de determinado evento. Assim, quanto maior a severidade, maior o risco), utilizadas para a interpretação dos limites de monitoramento. Destaca-se que as bandas de severidade foram concebidas, partindo-se das definições de Alvo de Risco (significa o nível ótimo de risco que a instituição se encontra disposta a incorrer, ou seja, acima deste patamar, a instituição opera em situação favorável) e Tolerância ao Risco (simboliza o nível máximo de risco que o Banco Honda está disposto a incidir), assim como do entendimento e alinhamento com a ‘Alta Administração’ do Banco Honda. No que se refere ao Banco Honda, os principais riscos se encontram destacados na sequência: Risco de Crédito; Risco de Mercado; Risco de Liquidez; Risco Operacional. Adicionalmente, menciona-se o gerenciamento de capital. Deve-se mencionar que, neste documento, a expressão Banco Honda se refere ao Banco Honda S.A. (responsável pelas operações de financiamento direto ao consumidor (Crédito Direto ao Consumidor), assim como às concessionárias (Floor Plan/ Conta Garantida)), Administradora de Consórcio Nacional Honda Ltda (vinculada à administração dos grupos de consórcio), Honda Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Auto-Honda (FIDC Auto-Honda) (vinculado à modalidade de financiamento às concessionárias Honda, por meio da aquisição de direitos creditórios de automóveis da marca, junto à Honda Automóveis do Brasil (HAB), montadora de automóveis da marca Honda no Brasil) e Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Moto-Honda (FIDC Moto-Honda)(vinculado à modalidade de financiamento às concessionárias Honda, por meio da aquisição de direitos creditórios de motocicletas da marca, junto à Honda da Amazônia (HDA), montadora de motocicletas da marca Honda no Brasil), integrantes do Conglomerado Prudencial (CP). Destaca-se que o termo instituição se refere, neste documento, ao Conglomerado Prudencial (CP). Menciona-se ainda que o Conglomerado Financeiro (CF) se refere exclusivamente às empresas Banco Honda S.A. e Honda Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil",
  "ova_b": "O gerenciamento de riscos e de capital ocorre dentro de uma estrutura de governança independente, focada em identificar e controlar os riscos (internos e externos) do Banco Honda que possam afetar as estratégias das suas distintas áreas de negócio, contribuindo para que as atividades da instituição sejam efetuadas em consonância com o seu apetite por riscos. Na sequência, as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital da instituição (para maiores detalhamentos, checar o site da instituição). O Comitê de Riscos se reúne mensalmente e possui como missões: Aprovar o acionamento das medidas de mitigação/contingência, assim como os valores a serem considerados; Recomendar e avaliar os níveis de severidade considerados pela instituição, assim como as metodologias para análise dos testes de estresse no Banco Honda, além de outros testes periódicos, sempre considerando o contexto de abordagem dos possíveis riscos e adversidades, não apenas em termos individuais, mas também de maneira integrada; Avaliar proposições e acompanhar a atuação do Diretor Responsável pelo Gerenciamento de Riscos e de Capital (RMO); Avaliar os indicadores de monitoramento, relacionados ao gerenciamento de riscos e de capital; Exclusivamente para o gerenciamento de capital, homologar os valores obtidos, através de estudos realizados pela Área de Tesouraria, assim como pelo Departamento de Planejamento e Controle, sobre eventuais aportes de capital; Verificar a aderência dos processos, relacionados ao contexto de gerenciamento de riscos e de capital, às Políticas internas, assim como atestar a verificação pela instituição dos aspectos mencionados na Declaração de Apetite por Riscos (RAS); Validar alterações significativas no contexto de gerenciamento de riscos e de capital, em virtude dos procedimentos envoltos à prévia identificação de riscos e eventuais necessidades de capital, relacionados, mas não se limitando à novos produtos e serviços, assim como autorizar, em situações específicas, exceções ao gerenciamento de riscos e de capital; Manter registros de suas determinações e decisões. O Comitê é composto pela Supervisão de Compliance, Supervisão de Gestão de Riscos, além do Corpo Gerencial e Diretivo, envolvido com o gerenciamento de riscos e de capital, e a Presidência. O Diretor Responsável pelo Gerenciamento de Riscos e de Capital possui como atribuições: Supervisionar a evolução, a implementação e a apuração da performance da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital, objetivando o seu aperfeiçoamento, assim como assegurar recursos adequados e suficientes para o exercício de sua atividade de maneira independente, objetiva e efetiva; Ser o responsável por garantir a adequação das atividades com o previsto nas Políticas, assim como dessas, das diretrizes e dos instrumentos envoltos ao contexto de gerenciamento de riscos e de capital, à Declaração de Apetite por Riscos (RAS), assim como aos objetivos estratégicos do Banco Honda; Definir diretrizes para o gerenciamento de riscos e de capital; Participar no contexto de tomada de decisões estratégicas, vinculadas ao gerenciamento de riscos e de capital, além de novas diretrizes, e auxiliar a Área de Gestão de Riscos na revisão dos patamares de severidade, assim como nos testes de estresse, além de outros testes periódicos, realizados pela instituição; Ser o responsável pela efetiva capacitação dos colaboradores da Área de Gestão de Riscos, no que se refere às diretrizes e aos instrumentos envoltos ao contexto de gerenciamento de riscos e de capital. O Diretor Financeiro (exclusivamente relacionado ao gerenciamento de capital) possui a incumbência de fornecer subsídios para o gerenciamento de capital, permitindo a disponibilização de recursos apropriados, tais como a realização de estudos periódicos, para o efetivo gerenciamento de capital. O Departamento de Compliance e Gestão de Riscos possui como missão: Apurar mensalmente o gerenciamento de riscos e de capital, considerando os indicadores de monitoramento, assim como os adicionais; Definir procedimentos para o gerenciamento de riscos e de capital, seguindo as diretrizes definidas pelo Diretor Responsável pelo Gerenciamento de Riscos e de Capital (RMO); Exclusivamente para o gerenciamento de capital, elaborar o Plano de Capital, constando a perspectiva da instituição sobre o seu nível de capital adequado, dada às projeções de crescimento de sua carteira; apurar mensalmente os valores reais, assim como projetados do Patrimônio de Referência (PR), dos Requerimentos Mínimos de Capital, do Limite de Imobilização, da Razão de Alavancagem e dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA), considerando o Plano de Capital; Revisar e manter atualizadas as Políticas internas, assim como a Declaração de Apetite por Riscos (RAS), revisando os patamares de severidade, com o auxílio do Diretor Responsável pelo Gerenciamento de Riscos e de Capital (RMO); Assegurar a aderência do Banco Honda, às Políticas, às estratégias e aos patamares de severidade, vinculados ao gerenciamento de riscos e de capital, além de correção imediata de eventuais falhas presentes nos processos, envoltos ao gerenciamento de riscos e de capital; Desenvolver e apurar os testes de estresse, revisando-os com o auxílio do Diretor Responsável pelo Gerenciamento de Riscos e de Capital (RMO); Desenvolver os modelos para o gerenciamento de riscos, os quais permitam também a geração de informações para o Comitê de Riscos; Emitir roteiro para a identificação prévia de riscos inerentes a novas atividades e produtos, assim como o Relatório de Gerenciamento de Riscos e de Capital; Monitorar a Política de Classificação das Carteiras; Convocar o Comitê de Riscos; Promover a disseminação da cultura de gerenciamento de riscos e de capital na instituição. O Departamento Financeiro, dentro do gerenciamento de capital, possui como responsabilidade: Realizar estudo, em conjunto com o Departamento de Planejamento e Controle, a cada revisão orçamentária, sobre eventuais aportes de capital, com a finalidade de se recapitalizar a instituição; Ser o responsável pela efetivação das medidas de contingência de capital. O Departamento de Planejamento e Controle possui como função, no contexto de gerenciamento de capital: Apurar o Original Plan (Orçamento Original) e aprovar este junto à Diretoria do Banco Honda; Projetar o resultado líquido, dos três exercícios subsequentes à data de apuração, a ser utilizado no documento Plano de Capital; Realizar estudo, em conjunto com a Área de Tesouraria, a cada revisão orçamentária, sobre eventuais aportes de capital, com a finalidade de se recapitalizar a instituição. O Departamento de Controladoria possui como missão, no contexto de gerenciamento de capital, ser responsável pela manutenção dos sistemas e processos adequados para a ativação e o apropriado registro das medidas de contingência de capital. Destaca-se que todos os envolvidos no processo de gerenciamento de riscos e de capital devem: Compreender, de maneira abrangente e integrada, as adversidades que podem impactar o capital e a liquidez da instituição; Garantir que o conteúdo da Declaração de Apetite por Riscos (RAS) seja observado pela instituição; Entender as limitações e incertezas, vinculadas à avaliação das adversidades, aos modelos, mesmo quando desenvolvidos por terceiros, e às metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos e de capital; Assegurar o entendimento e o contínuo monitoramento das adversidades, nos diferentes níveis da instituição. A Auditoria Interna, segregada das atividades operacionais e se reportando diretamente à Presidência do Banco Honda, tem como missão a avaliação das atividades, assim como a realização de testes de aderência dos aspectos regulatórios e das estratégias de procedimentos e de conduta da instituição. O HSF Board possui como missão, aprovar e homologar as Políticas internas, a ‘Declaração de Apetite por Riscos (RAS)’, assim como diretrizes e instrumentos, envoltos ao contexto de gerenciamento de riscos e de capital.",
  "ova_c": "Destaca-se a participação ativa do Departamento de Compliance e Gestão de Riscos nos Comitês e Comissões internas do Banco Honda, bem como na discussão de propostas sobre novos produtos e melhorias. Ressalta-se também o amplo uso de treinamentos e a divulgação de Políticas corporativas, por meio da rede local de computadores (intranet), permitindo que os colaboradores fiquem inseridos na cultura de riscos da instituição. Quando do início dos novos colaboradores na instituição, são realizadas atividades de nivelamento e a apresentação do código de conduta, com o objetivo de contextualizá-los aos princípios éticos da entidade, assim como ao seu apetite por riscos.",
  "ova_d": "A finalidade da presente seção é apresentar o escopo, assim como as principais características do processo de mensuração de riscos, além das estratégias para a sua mitigação, considerando sua efetividade. Risco de Crédito: O Banco Honda possui modelos internos de análise e mensuração do risco de crédito, baseados em modelos estatísticos, que medem a probabilidade de inadimplência das operações de crédito e da perda em caso de descumprimento (PD, LGD), além da realização de backtesting, visando verificar a capacidade dos modelos, em distinguir contratos com diferentes probabilidades de inadimplência, em relação à inadimplência observada. Os principais indicadores de monitoramento utilizados são: Inadimplência (acima de 30, 90 dias), a qual permite acompanhar a evolução do risco de crédito ao longo de diferentes períodos, para as operações de crédito, na modalidade CDC, tanto para o segmento motocicletas, quanto para automóveis; Nível de utilização: Mensura o nível de utilização, por meio do crédito concedido aos grupos econômicos, em relação ao limite de crédito total, no contexto das operações de atacado. Risco de Mercado: As operações do Banco Honda são concentradas exclusivamente na carteira banking, ou seja, operações ligadas ao negócio (empréstimos / captações), onde não existe a intenção de negociação ou intermediação, ou seja, que serão mantidas até seu vencimento. E em atendimento à Resolução BCB 111, informa-se que não houve reclassificação de instrumentos na carteira de negociação ou na carteira bancária nesse período. Dentro da estrutura de gerenciamento do risco de mercado da instituição (Conglomerado Prudencial), devido às suas características, encontra-se o gerenciamento do IRRBB, o qual se vincula ao gerenciamento do risco atual ou prospectivo, do impacto de movimentos adversos das taxas de juros no capital e nos resultados da instituição financeira, para os instrumentos classificados na carteira bancária. Destaca-se que, para monitorar e controlar os limites de exposição ao risco de mercado de suas posições, o Banco Honda adota as seguintes ferramentas: Net Interest Income (NII) apura o impacto da flutuação das taxas de juros nos resultados da Instituição, prevendo a perda financeira máxima, em termos de resultado da intermediação financeira (juros líquidos). O Delta NII é utilizado como medida referente ao risco da carteira bancária e é reportado mensalmente ao BACEN, por meio do Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO); Economic Value of Equity (EVE) que mede a exposição da carteira do banco ante o risco atrelado à variação das taxas de juros; Backtesting: É uma ferramenta estatística utilizada para verificar a consistência entre as perdas observadas e as perdas previstas, utilizando-se como base o EVE. Risco de Liquidez: Para monitorar e controlar os limites de exposição ao risco de liquidez de suas posições, o Banco Honda adota as seguintes ferramentas: Fluxo de Caixa, o qual projeta as variações de entradas e saídas de caixa ou efetivo, dentro de um período de 90 dias; GAP Duration: Mede a diferença existente, em dias, entre a duração média de ativos e passivos que compõem a carteira do Banco. Entende-se como duração (duração de Macaulay), o tempo médio de vida de um instrumento financeiro ou conjunto de instrumentos; Concentração de Captação: Análise das distintas fontes de captação por tipo de produto, prazo e contraparte; Índice de Liquidez de Curto Prazo (LCR): Procura-se verificar se a instituição mantém um nível de ativos líquidos disponíveis adequados (que podem converter-se facilmente e de imediato nos mercados privados em dinheiro efetivo) para cobrir o saldo líquido de entradas e saídas, principalmente para o horizonte de 30 dias; Caixa Líquido da Administradora de Consórcio (CNH): Mensuração das aplicações financeiras da Administradora de Consórcio, em relação ao seu patrimônio líquido somado aos recursos não procurados dos grupos de consórcio, visando acompanhar a exposição (com a finalidade de auxiliar no contexto de ‘Gerenciamento de Liquidez’, além das medidas citadas, o risco de liquidez é calculado regularmente devido à apuração do ‘Demonstrativo Risco de Liquidez (DRL)’). Risco Operacional: O Banco Honda possui modelos internos que capturam e avaliam os distintos riscos operacionais em função da probabilidade de ocorrência e impacto destes, categorizando-os em diferentes níveis, estabelecendo indicadores chaves que vigiam a exposição ao risco da entidade. Em conformidade com a Circular n° 3.640/13 (BACEN), o Banco Honda adotou como metodologia para cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA), relativa ao cálculo do capital requerido para o Risco Operacional, a Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. Seguindo este modelo, o capital é calculado a partir da média dos últimos três períodos do Indicador Alternativo de Exposição (IAE), e do Indicador de Exposição ao Risco Operacional (IE). O IAE corresponde, para cada período anual, à média aritmética dos saldos semestrais das operações de crédito. O IE, por sua vez, corresponde para cada período anual, à soma dos valores semestrais das receitas de intermediação financeira e das receitas de prestação de serviços, deduzidas as despesas de intermediação financeira. Os principais indicadores de monitoramento utilizados pelo risco operacional são: Fraudes ocorridas que reporta a quantidade de fraudes ocorridas no Banco Honda; Interrupção de sistemas: Mensura, em horas, as paradas de sistemas dentro da instituição.",
  "ova_e": "Periodicamente são gerados relatórios para a Alta Administração para análise dos valores resultantes dos cálculos e controles, no que se refere ao gerenciamento do risco de mercado e de liquidez. Mensalmente, são atualizadas as informações e estudos, vinculados ao gerenciamento de riscos e de capital do Banco Honda, reportados de maneira regular no Comitê de Riscos da instituição.",
  "ova_f": "Na sequência, são apresentados detalhamentos de como são realizados os testes de estresse (realização mensal), para os riscos financeiros do Banco Honda, assim como no contexto de gerenciamento de capital. Destaca-se, de antemão, que os resultados obtidos com os testes de estresse são relevantes, no que se refere ao eventual processo de revisão do apetite por riscos do Banco Honda. Risco de Crédito: O Banco Honda adota programa de testes de estresse, o qual se vincula ao conceito de Análise de Sensibilidade, baseado na metodologia de teste de estresse que permite avaliar o impacto decorrente de variações em um parâmetro relevante específico no capital da instituição, em sua liquidez ou no valor de um portfólio, visto o seu enquadramento na classificação S4 (tal como definido pela Resolução no 4.553/17 do Banco Central do Brasil). É realizado estresse na inadimplência da carteira  de CDC, de maneira apartada para os segmentos de motocicletas e automóveis, considerando o impacto da variação das variáveis macroeconômicas, com maior correlação à inadimplência. Risco de Mercado: A instituição também utiliza programa de teste de estresse, o qual se vincula ao conceito de Análise de Sensibilidade. Considerando o contexto do Gerenciamento de Risco de Mercado (GRM), o principal objetivo do programa de testes de estresse é quantificar perdas potenciais sob condições anormais de mercado, visto que o limite de perda da carteira, tanto do Conglomerado Prudencial, quanto do Conglomerado Financeiro, em um determinado cenário de forte crise, não é passível de ser mensurado com o cálculo dos modelos tradicionais de risco, tais como o EVE, uma vez que esses não levam em consideração quebras estruturais no comportamento dos mercados. Risco de Liquidez: No contexto da realização do teste de estresse de liquidez, também se destaca a realização da Análise de Sensibilidade. Cabe destacar ainda que a Área de Gestão de Riscos realiza dois tipos de teste de estresse: curto e longo prazo. No teste de estresse de fluxo de caixa de curto prazo, verifica-se se haverá liquidez no mês subsequente, considerando, de forma integrada, o estresse de crédito aplicado sobre os ativos. Assim, dado o estresse de crédito (inadimplência) sobre os ativos, verifica-se se a soma dos ativos estressados (considerando a inadimplência estressada) e o caixa é superior aos passivos a serem pagos no mês subsequente. O teste de estresse de longo prazo verifica a relação entre ativos (considerando inadimplência) e passivos para o horizonte de 01 (um) ano. Neste caso, os ativos (desconsiderando o caixa) sofrem um estresse de inadimplência, a fim de se verificar se a soma dos ativos (considerando estresse de inadimplência), somados ao caixa, é suficiente para fazer frente aos passivos (considerados aqui também como soma entre os pagamentos das captações, despesas operacionais e impostos). Tanto para o curto, quanto para o longo prazo, são estressados, de maneira apartada, o Conglomerado Prudencial e o Conglomerado Financeiro. Teste de Estresse: Considerando o modelo de negócios do Banco Honda, o qual procura fomentar o volume de vendas da montadora homônima no Brasil, por meio da oferta das operações de CDC, assim como suporte à aquisição de veículos por parte dos grupos econômicos, além da administração de grupos de consórcio, considera-se que o risco de crédito possui maior relevância (volume financeiro), no contexto de gerenciamento de riscos. Sendo assim, adicionalmente ao teste de estresse de crédito, realizamos estresse para a carteira de crédito com o propósito de mensurar o efeito nos ativos ponderados pelo risco de crédito (RWACPAD) e consequentemente no ‘Índice de Basileia Estressado’ e seus resultados são reportados mensalmente ao Comitê de Riscos.",
  "ova_g": "A finalidade da presente seção é apresentar o escopo, assim como as principais características do processo de mensuração de riscos, além das estratégias para a sua mitigação, considerando sua efetividade. Risco de Crédito: O Banco Honda possui modelos internos de análise e mensuração do risco de crédito, baseados em modelos estatísticos, que medem a probabilidade de inadimplência das operações de crédito e da perda em caso de descumprimento (PD, LGD), além da realização de backtesting, visando verificar a capacidade dos modelos, em distinguir contratos com diferentes probabilidades de inadimplência, em relação à inadimplência observada. Os principais indicadores de monitoramento utilizados são: Inadimplência (acima de 30, 90 dias), a qual permite acompanhar a evolução do risco de crédito ao longo de diferentes períodos, para as operações de crédito, na modalidade CDC, tanto para o segmento motocicletas, quanto para automóveis; Nível de utilização: Mensura o nível de utilização, por meio do crédito concedido aos grupos econômicos, em relação ao limite de crédito total, no contexto das operações de atacado. Risco de Mercado: As operações do Banco Honda são concentradas exclusivamente na carteira banking, ou seja, operações ligadas ao negócio (empréstimos / captações), onde não existe a intenção de negociação ou intermediação, ou seja, que serão mantidas até seu vencimento. E em atendimento à Resolução BCB 111, informa-se que não houve reclassificação de instrumentos na carteira de negociação ou na carteira bancária nesse período. Dentro da estrutura de gerenciamento do risco de mercado da instituição (Conglomerado Prudencial), devido às suas características, encontra-se o gerenciamento do IRRBB, o qual se vincula ao gerenciamento do risco atual ou prospectivo, do impacto de movimentos adversos das taxas de juros no capital e nos resultados da instituição financeira, para os instrumentos classificados na carteira bancária. Destaca-se que, para monitorar e controlar os limites de exposição ao risco de mercado de suas posições, o Banco Honda adota as seguintes ferramentas: Net Interest Income (NII) apura o impacto da flutuação das taxas de juros nos resultados da Instituição, prevendo a perda financeira máxima, em termos de resultado da intermediação financeira (juros líquidos). O Delta NII é utilizado como medida referente ao risco da carteira bancária e é reportado mensalmente ao BACEN, por meio do Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO); Economic Value of Equity (EVE) que mede a exposição da carteira do banco ante o risco atrelado à variação das taxas de juros; Backtesting: É uma ferramenta estatística utilizada para verificar a consistência entre as perdas observadas e as perdas previstas, utilizando-se como base o EVE. Risco de Liquidez: Para monitorar e controlar os limites de exposição ao risco de liquidez de suas posições, o Banco Honda adota as seguintes ferramentas: Fluxo de Caixa, o qual projeta as variações de entradas e saídas de caixa ou efetivo, dentro de um período de 90 dias; GAP Duration: Mede a diferença existente, em dias, entre a duração média de ativos e passivos que compõem a carteira do Banco. Entende-se como duração (duração de Macaulay), o tempo médio de vida de um instrumento financeiro ou conjunto de instrumentos; Concentração de Captação: Análise das distintas fontes de captação por tipo de produto, prazo e contraparte; Índice de Liquidez de Curto Prazo (LCR): Procura-se verificar se a instituição mantém um nível de ativos líquidos disponíveis adequados (que podem converter-se facilmente e de imediato nos mercados privados em dinheiro efetivo) para cobrir o saldo líquido de entradas e saídas, principalmente para o horizonte de 30 dias; Caixa Líquido da Administradora de Consórcio (CNH): Mensuração das aplicações financeiras da Administradora de Consórcio, em relação ao seu patrimônio líquido somado aos recursos não procurados dos grupos de consórcio, visando acompanhar a exposição (com a finalidade de auxiliar no contexto de ‘Gerenciamento de Liquidez’, além das medidas citadas, o risco de liquidez é calculado regularmente devido à apuração do ‘Demonstrativo Risco de Liquidez (DRL)’). Risco Operacional: O Banco Honda possui modelos internos que capturam e avaliam os distintos riscos operacionais em função da probabilidade de ocorrência e impacto destes, categorizando-os em diferentes níveis, estabelecendo indicadores chaves para o monitoramento da exposição ao risco da entidade. Em conformidade com a Circular n° 3.640/13 (BACEN), o Banco Honda adotou como metodologia para cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA), relativa ao cálculo do capital requerido para o Risco Operacional, a Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. Seguindo este modelo, o capital é calculado a partir da média dos últimos três períodos do Indicador Alternativo de Exposição (IAE), e do Indicador de Exposição ao Risco Operacional (IE). O IAE corresponde, para cada período anual, à média aritmética dos saldos semestrais das operações de crédito. O IE, por sua vez, corresponde para cada período anual, à soma dos valores semestrais das receitas de intermediação financeira e das receitas de prestação de serviços, deduzidas as despesas de intermediação financeira. Os principais indicadores de monitoramento utilizados pelo risco operacional são: Fraudes ocorridas que reporta a quantidade de fraudes ocorridas no Banco Honda; Interrupção de sistemas: Mensura, em horas, as paradas de sistemas dentro da instituição.",
  "ova_h": "Em conformidade com a Resolução n° 4.557/17 (CMN), o gerenciamento de capital tem como objetivo realizar, por meio de um processo contínuo: o monitoramento e o controle do capital mantido pela instituição, a avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição se encontra exposta e o planejamento de metas e da necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição. Diante do contexto mencionado, são propostos limites e alternativas de contingenciamento do nível de capital mínimo do Banco Honda, visando garantir nível de capital adequado à expectativa de evolução dos negócios em ambientes distintos. Deve-se mencionar também a efetivação de teste de estresse, por meio da análise de sensibilidade. No ambiente de apuração do gerenciamento de capital, deve-se destacar o Patrimônio de Referência (PR), em conformidade com a Resolução n° 4.955/21 (CMN), assim como os Ativos Ponderados pelo Risco (RWA), em conformidade com a Resolução nº 4.958/21 (CMN). Sobre o PR, baseia-se no somatório do Nível I e do Nível II. O Banco Honda apura o PR do Nível I (visto o perfil do Banco Honda, considera-se apenas Nível I), mediante a soma dos valores do capital social, das reservas de lucros, das contas de resultado credoras, das sobras ou lucros acumulados, excluídas as contas de resultado devedoras, os ajustes prudenciais, assim como as perdas ou prejuízos acumulados (o Banco Honda avalia a suficiência de capital, com o objetivo de verificar a solidez de capital adequada aos riscos a que a instituição está sujeita, e de possibilitar a manutenção do crescimento sustentável.). Em relação ao RWA, é apurado pelo somatório das seguintes parcelas: Ativos Ponderados pelo Risco de Crédito (RWACPAD) e Ativos Ponderados pelo Risco Operacional (RWAOPAD), e Ativos Ponderados pelo Risco de Mercado (RWAMPAD) visto a presença exclusiva da carteira bancária. Sobre a parcela RWACPAD, relaciona-se às exposições ao risco de crédito sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada, conforme consta na Resolução BCB 229/22. Já a parcela RWAOPAD, ao cálculo do capital requerido para o risco operacional mediante abordagem padronizada, com base na Circular n° 3.640/13 (BACEN). Por fim a parcela RWAMPAD, ao cálculo do capital requerido para o risco de mercado mediante abordagem padronizada, com base na Resolução BCB 229/22. Sobre a Alavancagem, o cálculo é realizado regularmente devido à apuração do Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO) com a finalidade de auxiliar no monitoramento do grau de alavancagem e no monitoramento dos limites da RAS no contexto de Gerenciamento de Risco de Capital. O Conglomerado Financeiro possui política específica que define critérios para remuneração dos administradores eleitos ao cargo de diretoria do Banco Honda e da Honda Leasing.",
"ova_outros": "Atendendo à Resolução n° 54/20 (BCB), art. 23 § 4°, no que se refere à descrição resumida dos principais aspectos da política de divulgação de informações, o Conglomerado Prudencial Banco Honda destaca que sua Política de Divulgação de Informação possui, entre outros aspectos, o detalhamento da governança de divulgação de informações, considerando: a exposição da periodicidade (diária, mensal, bimestral, trimestral, semestral ou anual), a função da informação a ser compartilhada (seguindo o critério RACI: Reporte, Aprovação, Consulta ou Informação), assim como a descrição do relatório a ser publicado. Para as informações internas, ou seja, não divulgadas publicamente, existe também a caracterização do seu tipo (Gerencial, Comitê ou BACEN). Destaca-se também a descrição das responsabilidades dos agentes envolvidos, considerando as diferentes hierarquias relacionadas ao processo descrito."
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