Informações Gerais

Consulte abaixo as dúvidas mais frequentes sobre informações gerais do Banco.
Clique no menu lateral para localizar as perguntas mais recorrentes relacionadas a cada assunto. Caso sua dúvida não seja esclarecida, entre em contato com o Banco Honda pela Central de Atendimento Alô Banco Honda.


O Gerenciamento do Risco de Mercado objetiva controlar a exposição das carteiras de ativos e passivos financeiros do Banco Honda e da Honda Leasing, considerando o fluxo financeiro das operações vinculadas à taxas de juros e abrangendo inclusive o Risco de Liquidez.

Todas as operações que estão sujeitas ao risco de perda financeira oriunda da exposição à variações de taxas ou preços de mercado são incluídas na análise.

A estrutura de Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez é a seguinte:

MERCADO

As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:

Comitê de Riscos:


1 – Definir as diretrizes e as exposições para o Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez;
2 – Avaliar e observar a evolução e o desempenho dos Índices de Risco de Mercado e Liquidez.


Diretor Responsável:


1 – Validar o Plano de Trabalho e coordenação geral, assim como os instrumentos e as metodologias finais destinados ao Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez;
2 – Aprovar, junto à Gerência do Departamento de Compliance e Gestão de Riscos, a Política de Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez;
3 – Acompanhar o Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez;
4 – Ser o responsável pelas informações publicamente divulgadas.


Departamento de Compliance e Gestão de Riscos:


1 – Estruturar o Plano de Trabalho;
2 – Avaliar metodologias para a realização de testes periódicos, como simulações de estresse, e desenvolver roteiros para a identificação prévia dos Riscos de Mercado e Liquidez, inerentes à novas atividades e produtos;
3 – Modelar e desenvolver sistemas de controle do Risco de Mercado e Liquidez, por meio da implementação de sistemas de medição e monitoramento dos riscos envolvidos;
4 – Apurar o Risco de Mercado e Liquidez, garantindo a confiabilidade das informações relacionadas;
5 – Reportar relatório de exposição do Risco de Mercado e Liquidez à Diretoria e ao Departamento de Tesouraria;
6 – Elaborar e revisar a Política de Gerenciamento do Risco de Mercado e Liquidez, estratégias e demais procedimentos;
7 – Monitorar a política de classificação das carteiras (Ativos e Passivos).

 

Verifique aqui o Manual de Marcação a Mercado.

 

Entende-se Risco de Crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.

A estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito é a seguinte:

CREDITO

As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:

Comitê de Riscos:


1 – Estipular as diretrizes e as exposições para o Gerenciamento do Risco de Crédito;
2 – Avaliar e acompanhar a evolução e a performance dos Indicadores do Risco de Crédito.


Diretor Responsável:


1 – Validar, junto à Gerência do Departamento de Compliance e Gestão de Riscos, a Política de Gerenciamento do Risco de Crédito;
2 – Acompanhar o Gerenciamento do Risco de Crédito;
3 – Ser o responsável pelo conteúdo dos documentos publicados.


Departamento de Compliance e Gestão de Riscos:


1 – Parametrizar e implementar mecanismos de controle do Risco de Crédito, utilizando sistemas de avaliação e verificação da exposição ao Risco de Crédito;
2 – Observar métodos, visando a realização de simulações para testes de estresse, assim como outros procedimentos periódicos;
3 – Apurar o Risco de Crédito, atestando a veracidade das informações transmitidas;
4 – Elaborar e conferir a Política de Gerenciamento do Risco de Crédito, estratégias e demais procedimentos.

 

O Gerenciamento de Capital tem como objetivo monitorar a evolução dos negócios em consonância com a capacidade de gerar, ou obter capital, propondo limites e alternativas de contingenciamento do nível de capital mínimo do Banco Honda e da Honda Leasing, garantido nível de capital adequado à expectativa de evolução dos negócios em ambientes distintos.

A estrutura de Gerenciamento do Capital é a seguinte:


CAPITAL

As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:


Comitê de Riscos:


1 – Validar a metodologia e as decisões de controle adotadas para o Gerenciamento do Risco de Capital;
2 – Acompanhar os Indicadores correlatos ao Gerenciamento de Risco de Capital e decidir sobre o Acionamento das Contingências.

 

Diretor Responsável:


1 – Validar, junto à Gerência do Departamento de Compliance e Gestão de Riscos, a Política de Gerenciamento de Capital, assim como as formas e os valores para o contingenciamento e, eventual, capital adicional;
2 – Acompanhar o Gerenciamento do Risco de Capital;
3 – Ser o responsável pelo teor das informações divulgadas.


Departamento de Compliance e Gestão de Riscos:


1 – Avaliar o capital mínimo, de acordo com os demonstrativos contábeis dos valores reais, relativos ao: PR (Patrimônio de Referência), PRE (Patrimônio de Referência Exigido) e Índice de Basiléia;
2 – Apurar o Risco de Capital, buscando a divulgação de informações fidedignas;
3 – Verificar procedimentos, visando a efetivação de diferentes testes periódicos, tais como simulações de estresse;
4 – Emitir relatório anual, considerando os cenários de estresse em ambientes favoráveis e desfavoráveis para os tipos de negócios realizados pela instituição;
5 – Desenvolver e verificar a Política de Gerenciamento do Risco de Capital, estratégias e demais processos.

  
Departamento Financeiro:


1 – Apurar o Original Plan em um horizonte mínimo de 3 anos, bem como aprovar este junto à Diretoria do Banco Honda;
2 – Projetar as Despesas, as Receitas, o PR (Patrimônio de Referência), o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), o Índice de Basiléia e os Indicadores de Lucratividade, dos três exercícios subsequentes à data de apuração;
3 – Realizar a Manutenção dos Sistemas e Processos, de maneira adequada para o Acionamento eficiente das Contingências de Capital;
4 – Averiguar os valores necessários em cada Modalidade de Contingência para o estabelecimento dos Limites de Capital.

A gestão de risco operacional é concebida na premissa que o risco operacional deriva de eventos resultantes de processos internos, pessoas e sistemas inadequados, falhos ou eventos externos que ocasionem ou não a interrupção de negócios.

No Banco Honda a gestão do risco operacional é de responsabilidade da diretoria e foi estruturada com base nos conceitos do segundo acordo da Basiléia e regulamentações do Banco Central do Brasil.

A estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional é a seguinte:




BHBOPE
BHBOP2


As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:

Comitê de Risco:

1 – Validar a metodologia e as decisões de controles adotados, aprovar as diretrizes e instrumentos para gestão dos riscos operacionais;
2 – Avaliar os eventos, a análise comportamental dos riscos e a efetividade dos controles.



Diretor Responsável:

1 – Aprovar e revisar anualmente a Política de Gestão do Risco Operacional (GRO);
2 – Manifestação expressa no relatório de deficiências, sobre as ações tempestivas de correção;
3 – Manifestação, em relatório de acesso público, quanto sua responsabilidade.

 

Departamento de Compliance e Gestão de Riscos:

1 – Revisão anual da estrutura e manutenção das informações que pautam a GRO;
2 – Identificação de eventos e acompanhamento das ações de correção;
3 – Garantir que as informações relativas a GRO cheguem ao conhecimento da Diretoria;
4 – Assegurar que a estrutura de GRO seja revisada pela Auditoria Interna e Externa no mínimo semestralmente;
5 – Emitir relatório de deficiências e disponibilizar relatório de acesso público quanto à responsabilidade da Diretoria.

 


PCN – Plano de Continuidade de Negócios

O Banco Honda dispõe de um plano de continuidade de negócios de forma a ter uma estratégia de resposta à interrupção das atividades em decorrência de situações de desastre, impossibilidade de acesso ou uso das instalações e equipamentos, assegurando assim a realização das atividades necessárias para a continuidade do negócio, seja em ritmo normal ou em contingência.

A gestão de risco socioambiental é concebida na premissa que o risco socioambiental é a possibilidade de ocorrência de perdas oriundas de danos socioambientais. Em seu gerenciamento deve ser considerado: sistemas, rotinas, procedimentos, novas modalidades de produtos ou serviços, entre outros exemplos.

No Banco Honda a gestão do risco socioambiental é de responsabilidade da diretoria e foi estruturada com base nos conceitos da Resolução nº 4.327 de Abril de 2014 do Banco Central do Brasil.

A estrutura de Gerenciamento do Risco Socioambiental é a seguinte:


BHBSOCI


As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:

Comitê de Risco:

1 – Aprovar Política para Gerenciamento do Risco Socioambiental;
2 – Avaliar a efetividade das ações implementadas;
3 – Monitorar o cumprimento das ações estabelecidas na PRSA.

Diretor Responsável:

1 – Aprovar e revisar anualmente a Política de Gestão do Risco Socioambiental (GRS);
2 – Responsável pelas informações divulgadas.

Departamento de Compliance e Gestão de Riscos:

1 – Análise (sob demanda) dos clientes com eventual risco socioambiental;
2 – Controle do prazo de respostas aos órgãos solicitantes;
3 – Participação em Fóruns de Discussão sobre Sustentabilidade;
4 – Identificação da necessidade de revisão da política e dos procedimentos.

Principais Dúvidas