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Gerenciamento de Risco Operacional

A gestão de risco operacional é concebida na premissa que o risco operacional deriva de eventos resultantes de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos que ocasionem ou não a interrupção de negócios.

No Banco Honda a gestão do risco operacional é de responsabilidade da diretoria e foi estruturada com base nos conceitos do segundo acordo da Basiléia e regulamentações do Banco Central do Brasil.

A estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional é a seguinte:




O fluxo de informações do gerenciamento do risco operacional é o seguinte:



As responsabilidades estão definidas da seguinte forma:

Comissão de Risco:

1 - validar a metodologia e as decisões de controles adotados, aprovar as diretrizes e instrumentos para gestão dos riscos operacionais;
2 - avaliar os eventos, a análise comportamental dos riscos e a efetividade dos controles.

Diretor Responsável:

1 - aprovar e revisar anualmente a Política de Gestão do Risco Operacional (GRO);
2 - manifestação expressa no relatório de deficiências, sobre as ações tempestivas de correção;
3 – manifestação, em relatório de acesso público, quanto sua responsabilidade.

Departamento de Compliance e Riscos:

1 – revisão anual da estrutura e manutenção das informações que pautam a GRO;
2 – identificação de eventos e acompanhamento das ações de correção;
3 – garantir que as informações relativas a GRO cheguem ao conhecimento da Diretoria;
4 – assegurar que a estrutura de GRO seja revisada pela Auditoria Interna e Externa no mínimo semestralmente;
5 – emitir relatório de deficiências e disponibilizar relatório de acesso público quanto à responsabilidade da Diretoria.

PCN – Plano de Continuidade de Negócios

O Banco Honda dispõe de um plano de continuidade de negócios de forma a ter uma estratégia de resposta à interrupção das atividades em decorrência de situações de desastre, impossibilidade de acesso ou uso das instalações e equipamentos, assegurando assim a realização das atividades necessárias para a continuidade do negócio, seja em ritmo normal ou em contingência.


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